quarta-feira, 29 de abril de 2015

Operação Caixa de Pandora

Queridos leitores, hoje tivemos a oportunidade de relembrar um dos escândalos políticos, mais comentados de 2009, a Operação Caixa de Pandora, e para nos ajudar a entender melhor, fomos atrás dos profissionais que fizeram a cobertura da toda a matéria em 2009, acompanhe conosco as entrevistas, com Diego Moraes e Leonardo Ribbeiro.


Diego Moraes, Chefe de produção na TV Globo Brasília, participou da cobertura do escândalo político em 2009.


Entrevista com Diego Moraes

Pergunta 1: Gostaríamos que o senhor nos relembrasse um pouco sobre o caso Operação Caixa de Pandora:
                        
Resposta: Eu já era jornalista na época, mas eu estava em Santa Catarina, eu estava meio por fora do assunto, mas recebi uma mensagem de um amigo, perguntando como eu via o caso por fora, foi quando eu fiquei sabendo do caso, do dinheiro na meia, oração da propina. Foi quando a TV Globo viu uma grande oportunidade de trabalhar e criar uma equipe específica para cobrir o caso, e aí eu fui chamado para fazer parte da equipe temporária, para trabalhar paralelamente a equipe factual, correndo por fora, buscando fontes na polícia, ministério público, para trazer uma cobertura que saísse na frente da cobertura factual.

Pergunta 2: Vocês encontraram muitas dificuldades, para achar as fontes, montar a notícia, como era o dia a dia?

Resposta: Com certeza, pois num caso dessa amplitude você desperta a atenção de todo cenário nacional, aí você tem todos os veículos de comunicação voltados para largar na frente dessa cobertura, porque normalmente nós disputamos com jornais locais, como Correio Brasiliense, Jornal Brasília, mas num caso desse porte não, nós estamos disputando com todos os veículos nacionais, revistas, jornais impressos de São Paulo do Rio, todas as emissoras mobilizadas para trabalhar com esse material e aí é uma corrida entorno das fontes, e aí é quem estiver disposto a gastar mais sola de sapato, horas de conversa, começar mais cedo, terminar mais tarde, quem fizesse isso tinha uma cobertura melhor.



Pergunta 3: E como era o trabalho em equipe para alçar o objetivo?

Resposta: Num esquema de trabalho como o da Globo, temos uma equipe grande, vários repórteres, vários produtores que trabalham no factual e numa equipe destacado, as vezes o repórter está no factual e recebe uma informação importante,mas que ele no momento não vai poder desenvolver porque ele está no batidão do dia a dia, então ele passa para a equipe que está no destacado. A informação chega de várias formas, e eu acho que é isso o interessante do jornalismo que você recebe a informação de várias formas, o difícil não é receber a informação, o mais difícil é você desenvolver a informação e fazer com que ela fique publicável. Não basta voe receber a notícia, refinar a informação, conseguir agregar a essa informação e torna – lá publicável.

Pergunta 4: Nós temos a informação de que a Redação TV Globo Brasília foi premiada, por essa cobertura. Como foi essa premiação?

Resposta: Todo ano a TV Globo promove uma premiação que é o Prêmio de Jornalismo que é o prêmio Globo de  Jornalismo, que é entregue a cobertura ou repórter ou melhor reportagem do ano e naquele ano de 2009, a Globo entendeu que a cobertura sobre a Caixa de Pandora foi a melhor cobertura do ano e aí toda a redação de Brasília foi premiada com a melhor cobertura de jornalismo.

Pergunta 5: Diego, nós gostaríamos que você deixasse uma mensagem para nossos alunos que estão nos assistindo de como montar uma notícia de qualidade, de como realmente fazer tudo isso acontecer:

Resposta: Acredito que acima de tudo, nunca subestimar um personagem, uma boa conversa, pois qualquer um pode ser uma fonte em potencial, pode ser seu porteiro, um delegado, o cara que corta grama, todo mundo pode ter uma boa história, todo mundo pode ter uma boa informação. Então a primeira dica é nunca negar uma conversa, se alguém disser pra você que tem uma história, vale a pena ouvir. Chega certo tempo que na profissão você pode estar meio de saco cheio de conversar com todo mundo, mas é uma coisa que te trás retorno, pode ser que não traga retorno todas às vezes, mas se você sempre tiver a disciplina de sempre escutar um momento ou outro você vai ter uma boa dica para desenvolver uma história e a partir de quando você tem uma boa dica, você só precisa prestar atenção em como desenvolver essa história, para isso temos várias técnicas, primeiro você tem que pensar em conexões de como desenvolver essa matéria, porque uma dica não é notícia, não é matéria, uma dica é uma semente que você tem que desenvolver para chegar a uma reportagem de qualidade e isso sim é o trabalho do jornalista, investigar a partir de uma informação e criar um ambiente para que essa informação seja publicada.


Entrevista com Leonardo Ribbeiro


Leonardo Ribbeiro, Atualmente atua como chefe de comunicação na Câmara Legislativa, repórter por dez anos na TV Globo, cobriu o Caso, Operação Caixa de Pandora em 2009 pela TV Globo.


Pergunta 1: Leonardo, boa tarde, poderia começar nos contando como foi sua experiência em cobrir o caso Operação Caixa de Pandora em 2009? 

Resposta: “Boa tarde, de fato foi uma experiência incrível cobrir essa operação Caixa de Pandora. Eu acredito que durante esses dez anos de trabalho na TV Globo, sete deles em Brasília, tenha sido o acontecimento mais importante da minha carreira”. 

Pergunta 2: Você poderia nos relembrar um pouco dos acontecimentos em si, da operação Caixa de Pandora? 

Resposta: “Então, a Caixa de Pandora, eu me lembro que tudo começou numa sexta-feira, eu política para os telejornais da TV Globo, os telejornais locais e fui escalado para um dia cotidiano na câmara legislativa, que ainda funcionava ali no fim da Asa Norte. De repente começaram a chegar policiais federais, era algo estranho para nós, porque como a gente cobre Distrito Federal, a Polícia Federal não tinha tanta ação ou tanta operação aqui, envolvendo a política local. Então esses policiais começaram a fazer uma varredura em alguns gabinetes, apreendendo alguns materiais, começou dessa forma, bem apagada, discreta, mas ao longo do fim de semana e nas semanas seguintes, os fatos foram só aumentando, de repente começaram a aparecer vídeos, mostrando pessoas recebendo dinheiro, áudios de pessoas relatando situações de corrupção e isso foi só crescendo, crescendo, crescendo e ganhando toda aquela dimensão, que a gente viu ao longo dos meses seguintes o maior escândalo político da história do Distrito Federal. Foi uma experiência incrível. O incrível que eu falo não só enquanto profissional, porque isso proporcionou a gente a fazer bons trabalhos, ao longo desse período, mas também quanto cidadão, porque era um momento histórico que eu estava vivenciando de perto, acompanhando. Então a operação caixa de pandora, para quem não se lembra, foi aquela operação que envolveu vários Deputados Distritais, Governador, Vice Governador, um conselheiro do Tribunal de Contas, representantes do Ministério Público, ou seja, de repente todo núcleo pensante político administrativo do Distrito Federal,estava envolvido nos escândalos de corrupção e ai a gente viu o governador ser preso, pela primeira vez no país um governador em exercício foi preso, vice governador caindo também, um novo governador surgindo, uma nova eleição depois para a escolha de mais um governador, então foi um momento histórico do Distrito Federal, que também serviu de exemplo, para que a política não fosse mais a mesma”. 

Pergunta 3: Leonardo e no dia a dia dos jornalistas, como é que era ter que cobrir todas as matérias ao mesmo tempo, correr atrás dos fatos, montar uma reportagem legal? Como era o dia a dia de vocês, para estar fazendo uma reportagem bem feita, bem elaborada? 

Resposta: “Então, o trabalho começava com as reuniões de pauta, a cada fim de telejornal a gente já discutia o que ia ser feito no telejornal seguinte, com um detalhe, essa operação a gente nem sempre sabia o que ia acontecer no dia seguinte, então muita coisa tinha que ser reformatada ao longo do tempo, mas os nossos produtores tiveram acesso a todas as informações da Polícia Federal, gravações, documentos enfim, tudo que comprovava o escândalo de corrupção. Eles faziam uma leitura e uma análise desse material e já nos passava para que a gente pudesse dar informação para a população. Então havia um trabalho de produção, muitos produtores envolvidos nesse trabalho e ao mesmo tempo nós repórteres tínhamos que ir atrás da informação nos locais, então era plantões na porta da Polícia Federal; plantões no Palácio do Buriti; Plantões na porta da Câmara Legislativa; na porta do Ministério Público, enfim, numa série de lugares que a gente sabia que tinha informação. Basicamente era assim, a produção levantava o principal e a gente ia para campo para terminar de apurar e passar a informação. Mas nessa época, eu aprendi também importância das fontes que a gente conquista ao longo da carreira, porque muitas informações eram nos passadas na rua e a gente precisava checar se realmente eram verdadeiras e tudo mais, então a relação construída com as fontes do meio político, do meio da investigação dos policiais, isso tudo contribuiu para que a gente pudesse fazer um trabalho interessante ao longo dessa cobertura”. 

Pergunta 4: Temos a informação de que na época a redação Globo ganhou uma premiação devido a cobertura dessa matéria, devido ao bom trabalho de vocês, como foi essa premiação? Como a equipe acolheu essa premiação? 

Resposta: “Olha, foram pelo menos seis meses de trabalho ardo assim de muito trabalho de toda a equipe, então foi um reconhecimento que nos empolgou ainda mais para querer fazer sempre o jornalismo, você pode ter certeza de que o prêmio foi apenas um resultado de um trabalho que eu era pago para fazer e que todos os outros integrantes da equipe também eram, mas de certa forma, enobrece a carreira e faz com que a gente se dedique mais ao jornalismo, se a gente for pensar também, o prêmio nada mais é do que o coroamento desse trabalho todo que foi feito ao longo desses seis meses, que foi quando foi realizada a eleição para escolha do novo governador”. 

 Pergunta 5: Leonardo, gostaria que você deixasse para os alunos que estão nos assistindo, uma mensagem, uma dica mesmo de como conseguir montar uma matéria bem feita, de como conseguir alcançar os nossos objetivos da maneira que vocês conseguiram, na época em que vocês cobriram esse caso? 

 Resposta: “Eu acho que o jornalista ele tem que ter o feeling, o estudante principalmente ele tem que ter a certeza, de que isso está no seu sangue, essa vontade de ir atrás, de questionar, 

de querer fazer um bom trabalho e contribuir com a sociedade, que o trabalho do jornalista é dar uma contribuição enorme a sociedade, porque mostra as verdades, mostra as mazelas, desmascara pessoas e a gente tem que prestar serviço sempre. Então a dica que eu dou, é ser perspicaz, sempre correr atrás dos objetivos e duvidar, quando eu falo duvidar é que a gente precisa checar sempre, sempre, sempre, sempre, sempre, para você poder dar uma informação, feito isso, com certeza o seu trabalho vai ser bom e vai ser reconhecido. Agora em relação à parte técnica da televisão, eu queria dar algumas dicas simples, assim, uma boa reportagem nunca vai passar de dois minutos, ouça sempre as duas partes e tente contar histórias como você conta para seus amigos, para os seus parentes quando acontece algo na sua vida, seja o mais natural possível e o mais humano possível, uma boa matéria acima de tudo, ela termina com uma reflexão, para que o telespectador pense mais sobre aquele assunto”.


Entrevista com o Deputado Chico Leite

Tivemos a oportunidade de entrevistar o Deputado Chico Leite, que nos contou um pouco sobre sua experiência como relator do caso Operação Caixa de Pandora. 





Pergunta 1: O senhor foi um dos oito Deputados Distritais que não teve envolvimento no

processo da Caixa de Pandora. Como o senhor chegou a ser escolhido relator da CPI contra o 

ex-governador José Roberto Arruda? 

Resposta: “Antes de responder, é preciso fazer um esclarecimento. O ex-governador Arruda 

não foi investigado em uma CPI. Em verdade, após as denúncias relativas à operação 

denominada Caixa de Pandora, foram protocoladas contra ele na Câmara Legislativa, diversas 

representações por crime de responsabilidade previsto na Lei Federal n.o 1079/50 (o 

comumente denominado processo de impeachment), sendo que quatro delas passaram pelo 

crivo formal que antecede a análise de mérito. Foram elas protocoladas pelo Dr. Evilásio 

Viana dos Santos, pelo Dra. Estefânia Ferreira de Souza de Viveiros, pelo hoje Deputado 

Chico Vigilante (à época Presidente do PT/DF) e pelo Dr. José Rossini Campos do Couto 

Corrêa. Após a análise dessas quatro representações pela Comissão de Constituição e Justiça, 

em que participei do colegiado que aprovou o parecer do Deputado Batista das Cooperativas 

pela admissibilidade da acusação, fui escolhido, à unanimidade, como relator, pelos deputados 

Paulo Roriz, Batista das Cooperativas, Reguffe e Cristiano Araújo”. 

Pergunta 2: Como o senhor apurou o envolvimento de empresas no esquema de desvio de 

dinheiro público? 

Resposta: “Realizei apuração com base nos documentos trazidos nas quatro representações a 

que me referi, sendo que nelas se fez juntar o inteiro teor do Inquérito 650/DF, que tramitou 

perante o Superior Tribunal de Justiça e que demonstrava o envolvimento não apenas do ex-
governador, mas de Secretários de Estado, de Conselheiro do TCDF, de assessores e de 

empresários, notadamente dos ramos de informática e da construção civil”. 

Pergunta 3: Quais foram os motivos dos pedidos para o impeachment, que foram avaliados 

na CCJ (Comissão de Constituição e Justiça)? 

Resposta: “Como mencionei no início, a Comissão de Constituição e Justiça realizou a 

análise formal de admissibilidade das representações. A avaliação de mérito coube à 

Comissão Especial, que aprovou o parecer de minha relatoria sobre o assunto. Nele, os 

motivos apontados para que o ex-governador fosse julgado pelo Plenário da Câmara 

Legislativa foram os crimes de responsabilidade previstos nos incisos II e V do artigo 85 da 

Constituição Federal, repetidos nos incisos II e V do artigo 4o da Lei n.o 1079/50, quais sejam, 

atentar contra "o livre exercício do Poder Legislativo" e contra "a probidade da 

administração" Vale mencionar, igualmente, que o artigo 6o da Lei n.o 1079/50 especifica 

mais detalhadamente as condutas, mencionando, no seu número 2, que o crime contra o 

exercício do Poder Legislativo se dá quando o agente tenta ou consegue direcionar o exercício 

do mandato parlamentar mediante suborno ou outras formas de corrupção, que foi 

precisamente o que se revelou nos vídeos divulgados pelo Sr. Durval Barbosa ao Ministério 

Público do Distrito Federal, no bojo de um procedimento de delação premiada”. 

Pergunta 4: Na época o ex-governador José Roberto Arruda perseguiu o deputado. Como foi 

ser perseguido pelo ex-governador? 

Resposta: “Não fui perseguido. Ele fez uma retaliação com ataque posterior, mas eu, como 

promotor de Justiça que sou, tratei a questão nos limites da legalidade”. 

Pergunta 5: Temos visto no nosso curso, na disciplina “Jornalismo Político e Econômico”, 

que o brasileiro se deixa levar pela personificação do Político e não pela ideologia partidária. 

Tivemos recentemente o caso do ex-ministro da educação, Cid Gomes, que em uma sessão da 

câmara dos deputados, criticou a falta de identidade com a filosofia partidária, se dirigindo 

diretamente ao PMDB na pessoa do Presidente da câmara, Eduardo Cunha, alegando que 

fazem parte da base aliada, mas travam a governabilidade da Presidenta Dilma. Vendo por 

esse prisma, a classe política, em sua maioria, age da mesma forma de grande parte da 

população? 

Resposta: “Lamentavelmente, ou não, as instituições refletem a sociedade que as mantem. 

Assim, a atuação e a conduta dos representantes espelham sempre os representados. É um 

problema cultural, de valores, com a prevalência do interesse individual sobre o coletivo. 

Fazemos o discurso contra a corrupção, mas se tivermos a chance de furar a fila, fazer uma 

boa prova colando e outras questões cotidianas que envolvem ética, acabamos por agir de 

forma individual em detrimento do coletivo. Isto porque as instituições não podem ser 

diferentes da sociedade que as mantem. Se há desonestidade no trato diário, não há como 

evitar que representantes dessa parcela da população não sejam também desonestos. A saída 

para a mudança está na melhoria dos valores da própria sociedade, porque só assim ela 

escolherá melhores representantes”. 


Bom Dia querido leitor!

   Hoje falaremos sobre um assunto que afeta todos nós, a Microeconomia e para entendermos leitor o que é isso vamos começar com um breve resumo.

Aspectos de uma Economia de Mercado

 Os produtos oferecem bens e serviços rentáveis, pelos quais há demanda, as vantagens de economia de mercado é que as pessoas podem escolher consumir ou produzir segundo suas preferências. Mas suas desvantagens econômicas não oferecem produtos em situações sabemos que no mundo da economia existem vantagens e desvantagens e as mudanças acontecem tanto para o lado positivo como para o negativo, para reduzir os custos e baixar os preços as microempresas ou grandes empresas tiveram que produzir mais com menos gente.

Vamos verificar como anda a Microeconomia nas Cidades de Brasília? Vem com agente!

Hoje vamos conversar com IVA Dourado, microempresária do ramo de beleza, vamos ver ocomo anda  a microeconomia no seu negócio.



Entrevistado: Iva Dourado, Microempreendedor. 





Pergunta 1: Como microempresária do ramo da beleza a concorrência ao seu lado atrapalha o 

seu comércio? 

Resposta: Não ao contrário mesmo porque aqui é um ponto estratégico onde as pessoas vem 

e encontra vários salões, é isso faz com que tenha mais clientela, as pessoas já sabem que se 

um local estiver cheio logo procura um outro que irá encontrar vaga, para mim não atrapalha. 

Pergunta 2: como você lida com a concorrência? Você lança vários produtos, criapromoções 

e baixa os preços? 

Resposta: Não! Trabalho com á qualidade, cada um tem sua qualidade e mostra seu trabalho, 

pois faço bem e conquisto os meus clientes oferecendo um trabalho de qualidade. 

Pergunta 3: Que calculo você faz para garantir o seu produto final? 

Resposta: Calculo 30% de ganho em cima do produto, então faço as luzes, pego o valor do 

produto minha mão de obra e faço o calculo em cima dos 30%. 

Pergunta 4: O ramo da beleza é mais lucrativo, ou já trabalhou em outros ramos no qual teve 

que fechar por uma questão de não ter capital? Para dar seguimento o ramo da beleza é mais 

concreto ou seu ganho é melhor? 

Resposta: Já trabalhei em outras áreas como a imobiliária como corretora e na beleza ambos, 

são rentáveis, hoje a concorrência é muito grande, mas vai da qualidade, da pra se manter 

tranquilamente, não tenho pretensão de fechar não. 

Pergunta 5: Você acredita que o alto índice de desemprego passa afetar diretamente o seu 

comércio? 

Resposta: Sim afeta toda área da economia, com certeza toda área do comercio também 

mesmo porque salão de beleza não é prioridade, beleza já vem em terceiro plano. 

Pergunta 6: No ramo empregatício quantas pessoas você já empregou e quantos hoje estão 

trabalhando com você aqui no seu estabelecimento? 

Resposta: tive oito funcionários trabalhando comigo hoje só tenho dois. 

Pergunta 7: você quis diminuir os gastos ou teve que manter os dois pela questão salarial ou 

o número reduzido oferecia mais qualidade? 

Resposta: Exatamente diminuir pela questão de qualidade de funcionários, estava onerando 

mesmo, pois não havia tanta necessidade, eram vários turnos hoje é um turno só em horário 

comercial e também porque, depois que eu fui para outras áreas, pois não trabalho só no salão 

houve realmente uma queda que reduziu mesmo a quantidade de clientes mas não pela 

concorrência, mas pela questão da economia, sinto isso, hoje no período no qual parei e que a 

cinco anos atrás eu comecei a estudar e fui para uma outra área então aconteceu a queda pela 

minha falta no salão. Pois as pessoas vem aqui por preferir á mim ai não me encontra elas 

acabam se afastando. 

Pergunta 8: Você acredita que o rendimento financeiro caiu devido essa procura? 

Resposta: Sim, caiu.